Vocês devem ter percebido que venho falando muito sobre cases e ações de marcas que querem fixar a sua presença no milionário e fabuloso mundo do Superbowl.
Em números de audiência e pela quantidade de aficionados, ele está para os EUA o que a Copa do Mundo está para o Brasil. Não é pra tanto que (sem exagerar) todo o Estados Unidos pára pra assistir a final do campeonato de futebol americano, o esporte mais popular do país.
E é este o evento que reforça a mudança estratégica de muitos anunciantes. Neste ano, PepsiCo, Cars.com, Budweiser, Miller e Pedigree, por exemplo, nos mostraram idéias jamais vistas antes em seus segmentos, nem mesmo em qualquer outra atmosfera do marketing.
A base dessa mudança é a internet. É nesse mídia ambiente que as ações mais criativas começam a florescer. Mas é claro, qual outro meio oferece a agilidade, a interatividade e a colaboração como a web?
Por isso, ao querer provar o significado de todas as mídias, mesmo que coadjuvantes, a internet acaba sendo o alvo da mais alta criatividade
de grandes agências norte-americanas.
O exemplo mais recente é o da Pedigree, que além de motivar as pessoas a assistirem seu comercial do Superbowl pelo site (www.pedigree.com/03Adoption/superbowl), dando como garantia: reverter as visualizações em doação de alimentos para cães abandonados. Pretende fazer o mesmo, dois dias antes do Superbowl, a cada download feito de seu aplicativo “Shake & Bark” para iPhone.
Posso concluir que nenhuma mídia sobrevive mais sozinha. Não existe eficácia na TV sem internet, e dificilmente existirá com internet sem TV. O fato é que vivemos no mundo da integração. E nele, vai se destacar quem melhor usar a criatividade.