FCB, Canal+ Create ‘Wilhelm Scream’ Mockumentary

The newly Draft-less FCB worked with Canal+ to create a mockumentary on the famous “Wilhelm scream” entitled “The Woman Who Can’t Watch Movies.”

“The Wilhelm scream,” in case anyone needs a refresher, is the famous stock audio scream recorded by Sheb Wooley and named after the character Private Wilhelm in the 1953 western The Charge of the Feather River, although it was first used in the 1951 film Distant Drums. It saw a resurgence in popularity as a stock sound effect following its use in Star Wars and Indiana Jones. It is now so ubiquitous (it has been dubbed in over 200 films) that it has become something of an in-joke, used in recent years in films by Pixar, the Lord of the Rings triology, and countless other movies. (There are rumors that directors Steven Spielberg, George Lucas and Quentin Tarantino “maintain a bet as to who has used the “Wilhelm scream” more.”)

“The Woman Who Can’t Watch Movies” follows the (supposed) story of Sheb’s widow, Linda Dotson Wooley. Linda complains that she can’t watch movies anymore because she “just can’t bear to hear the sound of Sheb screaming out in pain over and over again.” After introducing Linda and her “condition” — a clever (although kind of sad) way to call attention to the sound effect’s ubiquity — the mockumentary introduces viewers to Canal+’s Scream Bank, “a catalog of donated screams for industry professionals to use in place of Sheb’s.” A few comically-off screams are then shown dubbed into a film, a great display of why the “Wilhelm Scream” has become such a well-worn cliche. The video is a teaser for Leave Wilhelm Alone, an upcoming documentary on the “Wilhelm scream.” Stick around for credits after the jump, and feel free to head on over to Canal+’s site and record a scream of your own. continued…

New Career Opportunities Daily: The best jobs in media.

#StealBanksyNY Site Promotes Theft, Artistic Freedom, Awkward Hashtags

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Stealbanksyny.com does not exactly have a ring to it, but the new site created by two NYC digital ad folks – Derek Evan Harms & Damjan Pita of Razorfish and AKQA, respectively by day – is an interesting bit of content to check out as Banksy’s unofficial October art tour comes to an end. Users can find a map of New York that shows where FREE Banksy art is all over the city. Each FREE bubble links to an image of the art. People have already stolen some of the work, whether it be traffic cones, car doors, or wall art. On the site, in big block letters reads the rallying cry, “Better Ours Than Theirs.” Underneath that in a bright orange rectangle is, “Get it before the MOMA gets it!” And then, of course, is the famous Picasso quotation that has been mimicked by everyone from Quentin Tarantino to Steve Jobs: “Good artists copy, great artists steal.” At least there’s no ambivalence.

Banksy has encouraged people to shake things up instead of simply following the rules. And stealing – or borrowing with no plans of returning – his street art is the perfect way to honor the man’s words. Besides, MOMA already has enough art.

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Pulp Fiction contado em 60 segundos

A gente já mostrou por aqui o trabalho dos criativos do 1A4 Studios, que entre outros projetos em animação, costumam criar speedruns de grandes sucessos do cinema. Já tiveram suas histórias contadas em 60 segundos filmes como Star Wars – Uma Nova Esperança, Matrix, O Grande Lebowski e De Volta para o Futuro I, entre outros. Agora, é a vez Pulp Fiction, o grande clássico de Quentin Tarantino, ser resumido em um minuto.

Desta vez, o desafio foi transformar as histórias de Pulp Fiction em uma sequência mais linear, mas sem matar a graça do filme. O resultado ficou bacana, à altura de outros speedruns feitos pela trupe.

E se você quer saber qual é o próximo, uma votação pública realizada no canal do 1A4 Studios no YouTube elegeu Clube da Luta. Agora é aguardar para ver o que vem por aí.

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Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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Smirnoff cria sua versão do paraíso em The Apple Bite

Diz a Bíblia que, no início dos tempos, Adão e Eva eram um casal  que vivia livremente no Jardim do Éden, a não ser por uma proibição: nunca deveriam experimentar o fruto da Árvore do Conhecimento – tradicionalmente simbolizado pela maçã. Seduzidos por uma serpente, entretanto, eles quebraram a regra e perderam sua inocência. Com ajuda dos criativos da Mother, a Smirnoff criou sua própria versão do paraíso para apresentar a assinatura Apple Bite, um coquetel feito com vodka, maçã e limão.

Dirigido por Johhny Hardstaff, a ação do filme começa com um inocente casal chegando a um bar que parece ter saído dos filmes de Quentin Tarantino. O toque surreal está nos detalhes – como por exemplo o fato de o bartender ser praticamente onipresente e aparecer em diversas situações, mas o que realmente chama a atenção é a dupla de serpentes criada por computação gráfica pela MPC.

Cada uma delas foi especialmente criada para este projeto, ganhando texturas e cores individuais. Para garantir que as serpentes fossem o mais realista possível, a equipe de 3D da MPC estudou os movimentos de cobras, víboras e serpentes. O resultado não decepciona, especialmente quando levamos em conta o minucioso trabalho da produção, e dá vontade de assistir várias vezes, só para descobrir os detalhes.

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Infográfico mapeia mortes na obra de Tarantino

Será que os fins realmente justificam os meios? Quentin Tarantino já utilizou 18 maneiras diferentes de matar 563 de seus personagens em oito filmes que dirigiu. Bastardos Inglórios teve o maior número de mortes – 396-, enquanto Jackie Brown teve o menor – apenas 4, segundo o infográfico publicado pelo site Next Movie.

De Cães de Aluguel a Django Livre, Tarantino utilizou desde as tradicionais armas de fogo até dinamites, passando por mordida de cobra e ataque de cão.

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